Nesse domingo de sol, onde não há nada melhor para se fazer do que preparar um café e sentar para ler ou escrever (conforme a urgência em nutrir o espírito ou torná-lo um fardo mais leve), acordei com as mesmas idéias que me intrigaram ontem à noite, agora mais lúcidas do que no estado caótico de onde surgiram.
Pensava sobre os caminhos tortuosos de um impulso. A incrível tarefa de renunciar a si mesmo e limitar-se à disposição de algo, por uma necessidade burra de adequação às circunstâncias e, principalmente, às pessoas. Ontem, num lapso de consciência, percebi o quanto esse jogo é medíocre. O quanto nossa natureza encontra formas variadas de se evitar o descompasso entre duas medidas, tendendo para a via oposta, nivelando-se por baixo.
Diante da possibilidade de estudar esses impulsos antes de agir, a pergunta mais sincera do dia seria: até onde essa aceitação de estímulos pode nos levar?
domingo, 6 de julho de 2008
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2 comentários:
Legal irmãozinho, mas não vá cair na armadilha do pessimismo, certo!?
Hein, deixa eu perguntar, você se importa se eu adicionar seu link no meu blog? Olha, adicionei o blog da Amanda, lembra? Sutilezas e gotas de chuva, dê uma olhada depois...coisa fina!
É, acho que os estímulos devem ser ouvidos qdo vêm de dentro de nós, não de fora. Gostei da tua escrita!
Beijo grande
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